quarta-feira, 10 de setembro de 2014

The End !!!



Bom,mais um quadrimestre acabou e mais um trabalho concluído. 

Esse quadrimestre foi de longe o mais difícil e cansativo de todos que eu já tive na UFABC. Essa ultima semana foi a mais pesada em termos de provas e trabalhos. Mas (graças a Deus), finalmente acabou. Esse recesso era mais do que esperado por mim e minhas amigas, já estávamos esgotadas (morar a 2 horas da faculdade também ajuda a nos cansar um pouco).

Esse ultimo post foi mais para encerrar de uma maneira um pouco mais satisfatória meu blog. 

Gostaria de agradecer à professora Andrea por ter nos proporcionado,assim como em CTS, uma disciplina mais dinâmica e “livre” do que as outras de nosso quadrimestre. Identidade e Cultura foi como uma forma de escape de toda a pressão e cansaço de provas e trabalhos das outras disciplina.

Então é isso !!! Bom recesso a todos.



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Bienal do Livro !



Filas,filas e mais filas,comida cara,meninas histéricas gritando por tudo quanto é lado e crianças fofas em excursão da escola definem (infelizmente) meu dia na Bienal. Quando eu e minha família decidimos ir à Bienal,não imaginamos que seria dessa maneira. Primeiramente a intenção era de irmos durante a semana mas isso não foi possível,fomos então no sábado,penúltimo dia de Bienal. Segundo a organização, o público este ano foi de 720 mil visitantes em dez dias. O último sábado (30) foi o mais cheio, com cerca de 100 mil pessoas, batendo o sábado anterior, dia 23, quando a Bienal recebeu a escritora americana Cassandra Clare, da série “Os Instrumentos Mortais”, do selo Galera Record, atração mais procurada deste ano.

Logo na entrada nos deparamos com essa maravilhosa visão:




Pois é !!! Meus primos queriam desistir mas minha tia não deixou (haha),passaram o resto do dia emburrados e isso porque nem tínhamos entrado ainda e mais um monteeee de fila nos aguardava.

Duas horas depois entramos e tentamos olhar os estandes. Nossa estratégia foi ir primeiro nos que já tínhamos preferência para depois passear entre os outros. Até que deu certo. Compramos alguns livros, gibis (obviamente) e passamos vontades com alguns. 

Depois dessa triste mas até que gostosa visita à Bienal fico no aguardo da 4ª edição do Salão do Livro de Guarulhos (cidade onde moro) que será realizada entre os dias 12 e 21 de setembro, no Ginásio Paschoal Thomeu [Rua João Bernardo Medeiros, 233 - Bom Clima]. O evento é considerado um dos maiores eventos literários da Grande São Paulo, e espero que a experiência possa ser um pouco melhor que a minha visita à Bienal. Aproveito e faço aqui meu convite para os colegas e professora para virem ate Guarulhos prestigiar a Bienal. 


Quem se interessar aqui vai o link para mais informações: http://educacao.guarulhos.sp.gov.br/salaodolivro/2014/
 


Nathaly Z. Ramazzini

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Felicidade 'editada'

Cada vez mais estamos mais e mais conectados checando redes sociais e por vezes não nos damos conta de quanto tempo gastamos no mundo virtual. Navegando por ai,encontrei um video que nos mostra como somos influenciados pelas redes sociais a ponto de editarmos nossa felicidade para parecermos mais "legais" para os outros e para nós mesmos. A felicidade alheia aparenta ser mil vezes maior do que a sua, seja com posts sobre o relacionamento perfeito ou com milhares de fotos mostrando apenas o lado bom da vida.

Partindo deste princípio básico da era moderna, o curta “What’s on your mind?", em alusão à típica frase facebookiana “O que você está pensando?”, de Shaun Higton, gera polêmica ao questionar o problema da vida editada, que distorce a vida real. Essa sensação de que você é menor do que os outros é o fato preocupante, visto que ninguém deve se sentir desconfortável com o que tem, seja seu corpo, seu prato de comida ou sua viagem pra uma praia nada paradisíaca.

Claro que a exposição é relativa e nem todos usam o espaço virtual para se expor, mas a tal “felicidade” é algo recorrente na linha do tempo da grande maioria dos usuários de redes sociais. A verdade é que ninguém é tão feliz quanto aparenta o respetivo Instagram ou Facebook, mas, em contrapartida, que entediante e igualmente incômodo seria compartilhar os nossos problemas e reclamações o tempo todo na internet.
E aí, qual é a solução? Se expor menos? Largar as redes sociais? Continuar sendo feliz “o tempo todo”?






Nathaly Z. Ramazzini